Um programa individual de seis meses, conduzido por Leonardo Cordeiro, Head of Operations da Rivaz Resources Brazil, com mais de 20 anos liderando processos e pessoas em mineração, portos e infraestrutura, 11 deles na Vale.
Para líderes que querem integrar a operação à estratégia executiva, e para executivos que buscam domínio das operações de minerais críticos e da transição energética.
Confiabilidade é isso: o resultado deixa de depender de heróis.
Uma conversa com o Leonardo para entender o seu momento, confirmar o perfil e definir a trilha.
Para coordenadores e supervisores, o resultado fica preso na emergência, e equipe e terceiros não têm rotina nem meta comum. Para gerentes, a área não conversa com a estratégia nem com o orçamento da diretoria. Para diretores e executivos, o desafio é liderar operações de alta complexidade e entender a nova mineração da transição energética. Em todos os casos, enquanto o resultado depender de heróis, ele não se sustenta.
Se alguma destas situações descreve a sua rotina, esta página foi escrita para você:
O resultado fica preso na emergência, e sobra pouco tempo para o campo planejado.
A operação é cobrada por volume e a manutenção por custo, e as duas metas puxam para lados opostos.
Os terceiros fazem retrabalho e serviço sem padrão, porque não conhecem a meta da operação.
As paradas estouram prazo e custo, e ninguém responde pela partida depois delas.
A sua área não conversa com a estratégia nem com o orçamento da diretoria.
Você quer chegar à direção e liderar a nova mineração da transição energética, mas ainda não tem a rota.
Engenheiro mecânico pela UFES, Leonardo tem mais de 20 anos de carreira em mineração, logística portuária, infraestrutura industrial, energia e siderurgia. Foram 11 anos na Vale, como gerente geral e gerente de integridade estrutural, utilidades, energia e engenharia e PCM, nos terminais de Tubarão, Praia Mole e Ponta da Madeira, e 10 anos na Log In Logística Intermodal, na manutenção, engenharia e projetos de infraestrutura dos terminais. Depois, como diretor na Plamont e na KW Brasil, levou o crescimento para o lado do fornecedor. Hoje é Head of Operations da Rivaz Resources Brazil, subsidiária da Rivaz Energy dedicada a projetos de minerais críticos para a transição energética: reportando ao CEO Brasil, lidera as operações no país, do desenvolvimento de projetos à construção, ao comissionamento e à operação, e responde pela relação com governos, reguladores, comunidades e investidores.
Ativos de Tubarão, Praia Mole e Ponta da Madeira: 34 equipamentos de movimentação de minério, mais de 120 km de correias e 3 píeres com até 5 navios em operação simultânea.
Conduziu interinamente o maior porto de minério do Brasil durante a pandemia, contribuindo para o recorde de 198 Mt, e liderou a salvatagem do navio Stellar Banner.
Como diretor, levou as receitas de R$ 46 mi para R$ 110 mi e de R$ 150 mi para R$ 220 mi, com novos mercados regionais e uma parceria internacional.
Lidera as operações no Brasil, do projeto à construção, ao comissionamento e à mina, com conformidade mineral, licenciamento ambiental e governança.
FormaçãoEngenharia Mecânica (UFES) · Programa de Formação de Conselheiros (Board Academy) · MBA Executivo em Finanças (FUCAPE) · MBA em Gerenciamento de Projetos (FGV) · Pós graduação em Gestão de Negócios (FDC)
Uma operação sem âncora fica à deriva: o resultado depende de esforço individual e de emergência. O índice do programa mede o quanto a liderança sustenta a operação sem depender de heróis, e só uma operação bem ancorada está pronta para crescer com segurança.
Seis pilares recebem nota de 0 a 5, sempre com evidência, porque nota sem evidência não vale. Na Trilha Liderança de Operações, a régua é aplicada à área que você lidera; na Trilha Executivos, à sua carreira: resultados, leitura de negócio e rede. A primeira medição acontece no Encontro 1, a reauditoria no Encontro 8 e a conferência final no checkpoint de 60 dias, e a diferença entre elas é o resultado do programa, verificado em vez de presumido.
A prática é citada em conversas e apresentações, mas não existe documento de trabalho.
Quero minha conversa de diagnóstico →Esta é uma mentoria: uma conversa individual, franca e direcionada, em que o Leonardo desenvolve você a partir dos desafios reais que você vive. Cada encontro, de 1h30 a 2h, acontece on line a cada 15 ou 21 dias, conforme a sua agenda, e fecha com o que você decidiu aplicar. São duas trilhas com o mesmo método: a Trilha Liderança de Operações, aplicada à área que você lidera, e a Trilha Executivos, aplicada à sua carreira.
Medir o ponto de partida e separar o que é crítico do que só parece. Na Trilha Liderança de Operações, o primeiro encontro aplica o ÂNCORA à área que você lidera, mostra onde o resultado depende de esforço e não de método e define as prioridades do semestre; o segundo trata dos ativos e processos críticos, com estratégia, dono e indicador, inclusive a prontidão operacional em projetos novos. Na Trilha Executivos, a leitura é da carreira: o ÂNCORA e os itens da Transição Executiva mostram onde você está frente ao cargo alvo, e os seus resultados viram cases com contexto, ação e número.
Referências do ciclo · Liderança de Operações: Nota de partida e prioridades do semestre · Ativos críticos com estratégia, dono e indicador
Referências do ciclo · Executivos: Nota de partida e lacunas nomeadas · Cases de carreira com número
Falar a língua da diretoria e colocar cada pessoa no seu lugar. Na Trilha Liderança de Operações, o terceiro encontro traduz a área em orçamento, custo por unidade e indicador e mostra como levar uma decisão à diretoria; o quarto trabalha papéis, metas e desenvolvimento da equipe, terceiros com meta e lugar na rotina e as interfaces entre operação, manutenção e engenharia. Na Trilha Executivos, o negócio dos minerais críticos entra em pauta, com P&L, business case de CAPEX e a cadeia da mina ao porto, e depois o ecossistema da nova mineração: governos, reguladores, comunidades, investidores e a sua rede.
Referências do ciclo · Liderança de Operações: A área explicada em números de negócio · Papéis claros e terceiros dentro da rotina
Referências do ciclo · Executivos: Leitura de negócio para defender decisões · Mapa das relações que importam
Fazer a liderança funcionar sem você presente e preparar a resposta para a crise. Na Trilha Liderança de Operações, o quinto encontro trabalha os ritos de gestão, do turno à revisão mensal, com campo planejado no lugar da emergência; o sexto dá dono aos riscos críticos e trata das primeiras 24 horas de uma crise e da comunicação com equipe, diretoria e órgãos externos. Na Trilha Executivos, o quinto encontro define cargo alvo, prazo e narrativa executiva, testada na Mesa do Conselho, e o sexto aborda licenciamento, territórios, ESG, rastreabilidade e liderança em crise diante do conselho.
Referências do ciclo · Liderança de Operações: Rotina de liderança que funciona sem você presente · Roteiro de resposta a crise
Referências do ciclo · Executivos: Narrativa testada diante de conselheiros ou recrutadores executivos · Roteiro de liderança em crise
Conectar a área à estratégia e definir o próximo passo. Na Trilha Liderança de Operações, o sétimo encontro mostra como a sua área sustenta a estratégia da empresa e trata de sucessão e formação de novos líderes; na Trilha Executivos, escolhe a rota, seja promoção, mudança, gestão geral ou conselho, e planeja os primeiros 90 dias no novo cargo. Nas duas trilhas, o oitavo encontro, a Sala de Comando, reaplica o ÂNCORA, mostra o que mudou e o que ainda falta e fecha o roadmap de 12 meses.
Referências do ciclo · Liderança de Operações: Plano de desenvolvimento do líder e da área · Nova medição e roadmap anual
Referências do ciclo · Executivos: Rota escolhida e plano de chegada ao novo cargo · Nova medição e roadmap anual
Os convidados são escolhidos pelo Leonardo: uma banca de dois ou três conselheiros ou diretores, ou um painel com um ou dois recrutadores executivos. São 1h30 on line, com confidencialidade combinada.
Toda a jornada acontece em uma plataforma on line, com acesso para você e para o Leonardo: os encontros na sala on line, as datas da jornada, o que foi conversado, combinado e compartilhado em cada encontro e a evolução do ÂNCORA, além das mensagens entre os encontros. Sem links soltos, sem arquivos perdidos em e mails.
Dois meses após o oitavo e último encontro, o checkpoint reaplica o ÂNCORA como uma conferência de resultados e confirmação de rota: verifica a execução do roadmap, aponta o que travou e confirma as prioridades. Não é um novo encontro, e sim o momento em que você descobre se a operação, ou a carreira, continuou ancorada depois do fim do acompanhamento.
As ferramentas, os planos e os materiais citados ao longo desta página são referências que serão utilizadas durante a mentoria de acordo com a necessidade real de cada empresa ou mentorado. O que se acompanha ao longo da jornada é a evolução em cada pilar do ÂNCORA, sempre com evidência:
Ativos e processos críticos com estratégia, dono e indicador. Para executivos, resultados comprovados com números.
Resultado da área explicado em linguagem de negócio. Para executivos, leitura e defesa de P&L e business case.
Equipe e terceiros com papel, meta e lugar na rotina. Para executivos, stakeholders e rede que conhecem o seu trabalho.
Rotina de liderança funcionando no turno e no campo. Para executivos, cargo alvo, prazo e narrativa definidos.
Riscos com dono e resposta a crise preparada. Para executivos, liderança em crise estruturada.
Área conectada à estratégia e plano de desenvolvimento do líder. Para executivos, rota escolhida e plano dos primeiros 90 dias.
Como o seu progresso é medido: sempre iniciamos o próximo encontro com a verificação das ações e análises do anterior, em uma conversa franca e direcionada à análise real dos resultados alcançados e dos que ainda precisamos conquistar ao longo da jornada da mentoria.
Números, casos e decisões compartilhados na mentoria são tratados sob sigilo, e nenhum dado seu é usado como referência, exemplo ou material comercial sem a sua autorização por escrito.
O programa foi desenhado para líderes de pessoas e processos, coordenadores, supervisores, gerentes e diretores, que querem integrar a operação à estratégia executiva, e para executivos que buscam domínio das operações de minerais críticos e da transição energética.
Você conta em poucos minutos o seu momento, a sua área e onde o resultado ainda depende de esforço.
O Leonardo confirma o perfil e a trilha: Liderança de Operações ou Executivos.
Acesso à plataforma e agendamento dos oito encontros.
Aplicação do Índice ÂNCORA e definição da nota de partida.
Você não precisa chegar à conversa com o problema bem definido. O Leonardo não entrega um laudo pronto: conduz a conversa para que você aprenda a enxergar os problemas da sua operação e da sua carreira, e continue fazendo isso depois do programa.
As suas respostas ajudam o Leonardo a chegar à conversa já entendendo o seu cenário e a trilha mais adequada.