Quero minha conversa de diagnóstico
Estratégia, Projetos e Internacionalização · com Paulo Baffa

A estratégia da sua empresa não se perde na sala do conselho. Ela se perde no caminho até a linha de frente.

Um programa individual de seis meses, construído sobre a sua empresa ou a sua carreira, conduzido por Paulo Baffa, engenheiro com mais de 25 anos de carreira executiva, 22 deles na Vale, atuação no Brasil, na Ásia e na África e liderança em projetos que somam mais de US$ 5 bilhões em investimentos.

Duas trilhas: uma para empresas, outra para executivos na primeira experiência fora do Brasil.

Estratégia que não chega ao chão de fábrica é só intenção.

8 encontros individuais, um pilar por encontroCada encontro fecha com ações, dono e prazo.
Índice PONTESMedição no início, ao final e 60 dias após o programa.

Uma conversa com o Paulo para entender o seu momento, confirmar o perfil e definir a trilha.

Paulo Baffa
Paulo Baffa22 anos de Vale | Hoje na ArcelorMittal, na Libéria

Assista e entenda onde a estratégia se perde no caminho até a linha de frente, e como o Programa PONTES faz ela atravessar a organização.

Onde a estratégia se perde

O plano foi aprovado na diretoria, e mesmo assim a linha de frente continua trabalhando como antes.

A maioria das empresas não perde a estratégia na sala do conselho. Perde no caminho até as equipes de linha de frente, no chão de fábrica, no campo, na obra, na operação e na manutenção, quando as prioridades viram ruído, as metas não descem com dono e os projetos competem com a rotina. Entre a diretoria e quem executa, a estratégia atravessa quatro passagens, e em cada uma delas pode ser mal traduzida, perder prioridade, ficar sem recurso, não virar rotina ou não gerar retorno.

Se alguma destas situações descreve o seu momento, esta página foi escrita para você:

A prioridade chega em linguagem de diretoria, e a equipe não sabe o que mudar no seu dia.

Tudo é prioridade, e a urgência do dia vence a estratégia.

A meta desce, mas gente, equipamento, verba e tempo não descem junto.

O projeto termina e não vira padrão, e o problema do campo não sobe, ou sobe e não tem resposta.

A sua empresa quer operar fora do Brasil e ainda não sabe por onde começar.

Você quer construir uma carreira internacional e ainda não tem um plano para isso.

Quem conduz

Paulo Baffa desdobrou estratégia até equipes de campo no Brasil e na Ásia e conduziu a prontidão operacional da primeira planta de concentração da Libéria.

Engenheiro, com mais de 25 anos de carreira executiva, Paulo atuou no Brasil, na Ásia e na África e liderou projetos que somam mais de US$ 5 bilhões em investimentos. Foram 22 anos na Vale, onde liderou contratos e CapEx de projetos como o Píer IV de Ponta da Madeira e a logística do S11D, com contratos brasileiros e chineses. Expatriado na Malásia, foi CTO da Vale Malaysia Minerals, onde coordenou o Sistema de Produção Vale e a transformação cultural de uma operação nova. Hoje é Head of Maintenance & Engineering da ArcelorMittal na Libéria, onde conduziu o comissionamento e a prontidão operacional da primeira planta de concentração do país, num projeto de US$ 1,5 bilhão. Também foi professor de pós graduação em Engenharia de Produção. Fora do trabalho, é triatleta e guitarrista da banda de death metal Anopheles.

22 anosde Vale +25 anosde carreira executiva 3 continentesBrasil, Ásia e África +US$ 5 biem investimentos liderados
Por que “Pontes”

O triatlo se decide nas transições. Na empresa, a transição crítica é a passagem da decisão estratégica para a rotina da operação. É isso que o índice do programa mede: o quanto a estratégia atravessa a organização e, na Trilha Executivos, o quanto o projeto de carreira atravessa a fronteira.

Master Plan e estratégia de ativos Desdobramento alinhado ao Sistema de Produção Vale Gestão de projetos no padrão PMI Lean e ISO 55000 Riscos de negócio pelo modelo de Linhas de Defesa Duas expatriações e uma repatriação
O instrumento

O Índice PONTES mede quanto da sua estratégia já atravessou a organização, da diretoria à linha de frente.

Seis pilares recebem nota de 0 a 5, sempre com evidência, porque nota sem evidência não vale. Na Trilha Empresas, o PONTES mede o quanto a estratégia atravessa a organização; na Trilha Executivos, o quanto o projeto de carreira atravessa a fronteira. A primeira medição acontece no Encontro 1, a reauditoria no Encontro 8 e a conferência final no checkpoint de 60 dias, e a diferença entre elas é o resultado do programa, verificado em vez de presumido.

PPrioridades — as 3 a 5 prioridades e o que a empresa não vai fazer
OObjetivos desdobrados — cada meta com dono e indicador até a linha de frente
NNúcleo de projetos — projetos que de fato implantam a estratégia
TTração operacional — rotina de gestão funcionando no chão e no campo
EExpansão internacional — se, onde e como entrar em outro país
SSustentação e riscos — quem revisa, quando e com qual matriz de riscos
Em qual destes estágios está a sua estratégia hoje?

1 · Intenção

A estratégia é citada em conversas e apresentações, mas não existe documento de trabalho.

Quero minha conversa de diagnóstico →
Como funciona

Oito encontros, um pilar por encontro, e nenhum ciclo avança com ação pendente.

Cada encontro é individual e on line, de 1h30 a 2h, a cada 15 ou 21 dias, conforme a sua agenda, e fecha com ações, dono e prazo. Se o plano não foi executado, o encontro seguinte retoma o mesmo pilar. São duas trilhas com a mesma espinha dorsal: a Trilha Empresas, da estratégia à linha de frente e à expansão, e a Trilha Executivos, para a primeira experiência internacional.

Fase 1Linha de partidaencontros 1 e 2▾

Medir o ponto de partida e escolher o que importa. Na Trilha Empresas, o primeiro encontro analisa com o Paulo a Matriz da Travessia, alimentada pelo Check de Campo, e aplica o Índice PONTES; o segundo corta a lista para 3 a 5 prioridades, define o que a empresa deixará de fazer e traduz cada prioridade em uma frase para a linha de frente. Na Trilha Executivos, o PONTES e os itens de prontidão nomeiam as lacunas para ir para fora, e a tese de carreira responde por que e para que ir, com critérios de decisão definidos com a família.

Referências do ciclo · Empresas: Nota de partida e Matriz da Travessia · Mapa estratégico e lista do que não fazer

Referências do ciclo · Executivos: Nota de partida e inventário de competências · Tese de carreira e critérios de decisão

Fase 2Desdobramentoencontros 3 e 4▾

Fazer a estratégia descer com dono. Na Trilha Empresas, cada prioridade vira meta por área, gerência, supervisão e equipe de campo, negociada com cada nível, e as iniciativas que não servem a uma prioridade são suspensas para dar lugar a projetos âncora com gerente e dono da operação. Na Trilha Executivos, as metas e os prazos para os próximos 12 a 24 meses ganham um plano de idioma e credenciais, a rota de entrada é escolhida e as primeiras abordagens ao network são feitas.

Referências do ciclo · Empresas: Matriz de desdobramento e roteiro do Marco da Travessia · Portfólio priorizado e termos de abertura

Referências do ciclo · Executivos: Cronograma e plano de idioma e credenciais · Mapa de network e roteiro de abordagem

Fase 3Tração e expansãoencontros 5 e 6▾

Fazer a rotina sustentar a estratégia e decidir a fronteira. Na Trilha Empresas, os ritos em cascata são instalados, do diálogo de equipe à revisão trimestral, com gestão à vista nas áreas e frentes de campo, e as quatro decisões de prontidão internacional levam a uma escolha registrada: mercado e modelo de entrada, ou não ir agora. Na Trilha Executivos, CV, LinkedIn e cases ficam no padrão do país alvo, a entrevista é simulada com o Paulo e a Mesa Internacional ajusta destino, rota e candidatura.

Referências do ciclo · Empresas: Rotina de gestão e benchmark internacional · Escolha de mercado e mapa de riscos do país

Referências do ciclo · Executivos: CV e LinkedIn internacionais e simulação de entrevista · Lista curta de países e empresas e relatório da Mesa Internacional

Fase 4Sustentação e largadaencontros 7 e 8▾

Fazer a mudança durar e fechar o próximo ano. Na Trilha Empresas, os terceiros entram nos ritos e nas metas, a matriz de riscos e oportunidades é montada e as queixas mais repetidas no Check de Campo recebem resposta. Na Trilha Executivos, a proposta é conferida, os primeiros 90 dias, a família e o retorno são planejados e nasce uma estratégia inicial de patrimônio em moeda forte. Nas duas trilhas, o oitavo encontro, a Sala da Largada, refaz o PONTES, compara antes e depois e fecha o roadmap de 12 meses com marcos e donos.

Referências do ciclo · Empresas: Matriz de riscos e oportunidades e modelo de governança · Reauditoria antes e depois e roadmap anual

Referências do ciclo · Executivos: Plano de chegada e da família e visão inicial de patrimônio · Reauditoria antes e depois e roadmap anual

Check de Campo · Trilha Empresas

Antes do primeiro encontro, a estratégia é medida por quem executa, e não por quem a escreveu.

Um formulário de cinco perguntas, anônimo e respondido em até três minutos, que você leva a pessoas de todos os níveis, da diretoria às equipes de chão de fábrica, campo e obra, inclusive terceiros. A BID2B prepara o link customizado para a sua empresa, acompanha a adesão por nível e controla os dados de forma confidencial. O resultado vira a Matriz da Travessia, que mostra em que passagem a estratégia se perde, e o Check de Campo é repetido antes do oitavo encontro para medir a mudança.

Encontros especiais

Marco da Travessia na Trilha Empresas e Mesa Internacional na Trilha Executivos.

Preparado com o Paulo no terceiro encontro e realizado antes do quarto, o Marco da Travessia é o evento em que você e a sua liderança mostram a todas as camadas, da diretoria aos terceiros e contratadas, onde a estratégia se perdeu, o que a empresa deixará de fazer e o que muda para cada equipe.

Na Trilha Executivos, um dos encontros conta com headhunters internacionais ou executivos com carreira internacional consolidada, escolhidos pela BID2B e pelo Paulo de acordo com o seu perfil e o seu destino.

Checkpoint 60 dias depois

Dois meses após o oitavo e último encontro, o checkpoint reaplica o PONTES como uma conferência de resultados e confirmação de rota: verifica o que foi executado do roadmap, aponta o que travou e confirma as prioridades. Não é um novo encontro, e sim o momento de comprovar se a estratégia, ou o plano de carreira, continuou atravessando depois do fim do acompanhamento.

Entregáveis e resultados

Resultados verificados pilar a pilar, construídos sobre a sua empresa ou a sua carreira.

As ferramentas, os planos e os materiais citados ao longo desta página são referências que serão utilizadas durante a mentoria de acordo com a necessidade real de cada empresa ou mentorado. O que se acompanha ao longo da jornada é a evolução em cada pilar do PONTES, sempre com evidência:

Pilar P

Prioridades

Poucas prioridades escritas, com a lista do que não fazer e cada uma traduzida para a linha de frente. Para executivos, uma tese de carreira clara.

Pilar O

Objetivos desdobrados

Metas com indicador e dono em todos os níveis, negociadas com as pessoas responsáveis pelo cumprimento. Para executivos, metas e prazos com idioma e credenciais em andamento.

Pilar N

Núcleo de projetos

Portfólio priorizado e projetos âncora com escopo, dono, prazo e data de início. Para executivos, rota de entrada escolhida e network ativado.

Pilar T

Tração operacional

Ritos em cascata rodando e gestão à vista nas áreas e frentes de campo. Para executivos, CV, LinkedIn e cases prontos no padrão do destino.

Pilar E

Expansão internacional

Decisão registrada sobre mercado e modelo de entrada, ou sobre não ir agora, com os riscos do país mapeados. Para executivos, destino e empresas alvo definidos.

Pilar S

Sustentação e riscos

Terceiros dentro dos ritos, matriz de riscos montada e revisão trimestral na agenda da diretoria. Para executivos, a chegada e a família planejadas.

Como o seu progresso é medido: sempre iniciamos o próximo encontro com a verificação das ações e análises do anterior, em uma conversa franca e direcionada à análise real dos resultados alcançados e dos que ainda precisamos conquistar ao longo da jornada da mentoria.

O acordo

O Paulo conduz a análise com você, e a execução é sua.

O que a mentoria entrega
  • 8 encontros on line conduzidos sobre a sua realidade
  • Devolutiva escrita em material de cada um dos encontros do ciclo
  • Contato por WhatsApp e e mail entre os encontros para destravar o plano de ação
  • Na Trilha Empresas, o Check de Campo com link customizado e dados controlados pela BID2B
  • Trilha personalizada para empresas ou para executivos
  • Ações com dono e prazo registradas ao fim de cada encontro
  • Checkpoint 60 dias após o encerramento, para conferência de resultados e confirmação de rota
O que você assume
  • Presença nos oito encontros
  • Execução do plano de ação entre os encontros
  • Exposição dos números reais, inclusive os desconfortáveis
  • Na Trilha Empresas, a distribuição do Check de Campo a todos os níveis, inclusive terceiros
  • Na Trilha Empresas, a realização do Marco da Travessia com a sua liderança
  • Nenhum ciclo avança com ação pendente
🔒

Números, planos e decisões compartilhados na mentoria são tratados sob sigilo, e nenhum dado seu é usado como referência, exemplo ou material comercial sem a sua autorização por escrito. As respostas do Check de Campo são anônimas, e ninguém da empresa vê respostas individuais.

Para quem é

Para quem precisa que a estratégia chegue a quem executa, ou que atravesse a fronteira.

O programa foi desenhado para diretores, gerentes, empresários e sócios de empresas cuja estratégia não vira resultado na operação, seja no chão de fábrica, no campo, na obra, na manutenção ou na logística; para empresas que querem operar fora do Brasil; e para executivos em desenvolvimento de carreira que vão viver a primeira experiência profissional fora do país.

É para você se
  • A estratégia é aprovada na diretoria, mas não chega com dono à linha de frente.
  • A sua empresa quer operar fora do Brasil e precisa decidir se vai, para onde e como.
  • Você quer construir uma carreira internacional com método, e não por impulso.
  • Você está disposto a expor os números reais e a executar entre os encontros.
Não é para você se
  • Você procura um treinamento genérico de gestão.
  • Você espera receber um laudo pronto, sem participar da análise.
  • Você busca uma saída para o momento atual, e não um projeto de expansão ou de carreira.
  • Você não pode compartilhar os números reais da sua operação.
Próximo passo

Como em toda travessia, tudo começa por saber de onde você parte.

01

Formulário

Você conta em poucos minutos o seu momento, o seu cenário e o que mais trava a estratégia ou a carreira.

02

Conversa de diagnóstico

O Paulo entende o seu momento, confirma o perfil e define a trilha: Empresas ou Executivos.

03

Kickoff e Check de Campo

Na Trilha Empresas, a BID2B prepara o link do Check de Campo, que circula por todos os níveis em 7 a 10 dias.

04

Início do Ciclo 1

Aplicação do PONTES e definição da nota de partida.

Você não precisa chegar à conversa com o problema bem definido. Localizar onde a estratégia, o plano ou a carreira travam, e por quê, é justamente o primeiro trabalho do programa.

Perguntas frequentes

O que costuma travar a decisão, respondido.

Qual a diferença entre a Trilha Empresas e a Trilha Executivos? ▾
A Trilha Empresas é para quem lidera uma empresa ou área cuja estratégia não vira resultado na operação, ou que quer operar fora do Brasil. A Trilha Executivos é para quem vai viver a primeira experiência profissional fora do país e quer fazer isso com método. As duas têm oito encontros e usam o PONTES; a trilha é definida na conversa de diagnóstico.
A minha empresa não pretende se internacionalizar. O programa serve? ▾
Serve. Para empresas sem intenção de internacionalizar, o pilar E avalia a absorção de práticas internacionais, como benchmarks de sistemas de produção, e o foco do programa fica em fazer a estratégia chegar à linha de frente.
O que é o Check de Campo? ▾
Um formulário de cinco perguntas, anônimo e respondido em até três minutos, que você leva a pessoas de todos os níveis da empresa, inclusive terceiros. Ele mostra como a estratégia é percebida por quem executa, e não como a diretoria imagina que ela chega. A BID2B prepara o link customizado e o disponibiliza antes do primeiro encontro.
As respostas das equipes ficam expostas? ▾
Não. O Check de Campo é sempre anônimo, pede só o nível e a área ou frente, e os dados são recebidos e controlados pela BID2B de forma confidencial. Ninguém da empresa vê respostas individuais.
O Paulo entrega um diagnóstico pronto? ▾
Não. Ele conduz a análise com você, para que você aprenda a enxergar onde a estratégia se perde e continue fazendo isso depois do programa.
O programa substitui assessoria jurídica, fiscal ou financeira no exterior? ▾
Não. Questões jurídicas, fiscais e migratórias são validadas com especialistas do país, e decisões de investimento e tributação são feitas com planejador financeiro e contador especializados. O Paulo estrutura as perguntas e a decisão.
E se uma ação não for executada no prazo? ▾
O encontro seguinte retoma o mesmo pilar. Nenhum ciclo avança com ação pendente, e é essa regra que impede o programa de virar uma sequência de planos inacabados.
Como são os encontros? ▾
Individuais e on line, de 1h30 a 2h, a cada 15 ou 21 dias, conforme a sua agenda, e presenciais se você e o Paulo combinarem. Entre os encontros, o contato é por WhatsApp e e mail para destravar o plano de ação.
Conversa de diagnóstico

Agende a sua conversa de diagnóstico com o Paulo

As suas respostas ajudam o Paulo a chegar à conversa já entendendo o seu cenário e a trilha mais adequada.

Etapa 1 · Contato
Informe seu nome.
E mail válido.
Informe seu WhatsApp.
Etapa 2 · Seu cenário
Selecione.
Informe o setor.
Informe o tamanho da equipe.
Etapa 3 · Momento
Selecione.
Selecione.
Etapa 4 · O gargalo
Selecione.
É necessário confirmar para prosseguir.

Usamos as suas informações apenas para preparar a conversa de diagnóstico, conforme a LGPD e a nossa Política de Privacidade.

Recebemos o seu cenário. Em até 24 horas, a equipe da BID2B chama você no WhatsApp para marcar a conversa de diagnóstico com o Paulo. Até lá, vale pensar numa pergunta: se alguém da sua linha de frente fosse perguntado hoje quais são as três prioridades da empresa neste ano, o que responderia?
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