Um programa individual de seis meses, construído sobre a sua empresa ou a sua carreira, conduzido por Paulo Baffa, engenheiro com mais de 25 anos de carreira executiva, 22 deles na Vale, atuação no Brasil, na Ásia e na África e liderança em projetos que somam mais de US$ 5 bilhões em investimentos.
Duas trilhas: uma para empresas, outra para executivos na primeira experiência fora do Brasil.
Estratégia que não chega ao chão de fábrica é só intenção.
Uma conversa com o Paulo para entender o seu momento, confirmar o perfil e definir a trilha.
A maioria das empresas não perde a estratégia na sala do conselho. Perde no caminho até as equipes de linha de frente, no chão de fábrica, no campo, na obra, na operação e na manutenção, quando as prioridades viram ruído, as metas não descem com dono e os projetos competem com a rotina. Entre a diretoria e quem executa, a estratégia atravessa quatro passagens, e em cada uma delas pode ser mal traduzida, perder prioridade, ficar sem recurso, não virar rotina ou não gerar retorno.
Se alguma destas situações descreve o seu momento, esta página foi escrita para você:
A prioridade chega em linguagem de diretoria, e a equipe não sabe o que mudar no seu dia.
Tudo é prioridade, e a urgência do dia vence a estratégia.
A meta desce, mas gente, equipamento, verba e tempo não descem junto.
O projeto termina e não vira padrão, e o problema do campo não sobe, ou sobe e não tem resposta.
A sua empresa quer operar fora do Brasil e ainda não sabe por onde começar.
Você quer construir uma carreira internacional e ainda não tem um plano para isso.
Engenheiro, com mais de 25 anos de carreira executiva, Paulo atuou no Brasil, na Ásia e na África e liderou projetos que somam mais de US$ 5 bilhões em investimentos. Foram 22 anos na Vale, onde liderou contratos e CapEx de projetos como o Píer IV de Ponta da Madeira e a logística do S11D, com contratos brasileiros e chineses. Expatriado na Malásia, foi CTO da Vale Malaysia Minerals, onde coordenou o Sistema de Produção Vale e a transformação cultural de uma operação nova. Hoje é Head of Maintenance & Engineering da ArcelorMittal na Libéria, onde conduziu o comissionamento e a prontidão operacional da primeira planta de concentração do país, num projeto de US$ 1,5 bilhão. Também foi professor de pós graduação em Engenharia de Produção. Fora do trabalho, é triatleta e guitarrista da banda de death metal Anopheles.
O triatlo se decide nas transições. Na empresa, a transição crítica é a passagem da decisão estratégica para a rotina da operação. É isso que o índice do programa mede: o quanto a estratégia atravessa a organização e, na Trilha Executivos, o quanto o projeto de carreira atravessa a fronteira.
Seis pilares recebem nota de 0 a 5, sempre com evidência, porque nota sem evidência não vale. Na Trilha Empresas, o PONTES mede o quanto a estratégia atravessa a organização; na Trilha Executivos, o quanto o projeto de carreira atravessa a fronteira. A primeira medição acontece no Encontro 1, a reauditoria no Encontro 8 e a conferência final no checkpoint de 60 dias, e a diferença entre elas é o resultado do programa, verificado em vez de presumido.
A estratégia é citada em conversas e apresentações, mas não existe documento de trabalho.
Quero minha conversa de diagnóstico →Cada encontro é individual e on line, de 1h30 a 2h, a cada 15 ou 21 dias, conforme a sua agenda, e fecha com ações, dono e prazo. Se o plano não foi executado, o encontro seguinte retoma o mesmo pilar. São duas trilhas com a mesma espinha dorsal: a Trilha Empresas, da estratégia à linha de frente e à expansão, e a Trilha Executivos, para a primeira experiência internacional.
Medir o ponto de partida e escolher o que importa. Na Trilha Empresas, o primeiro encontro analisa com o Paulo a Matriz da Travessia, alimentada pelo Check de Campo, e aplica o Índice PONTES; o segundo corta a lista para 3 a 5 prioridades, define o que a empresa deixará de fazer e traduz cada prioridade em uma frase para a linha de frente. Na Trilha Executivos, o PONTES e os itens de prontidão nomeiam as lacunas para ir para fora, e a tese de carreira responde por que e para que ir, com critérios de decisão definidos com a família.
Referências do ciclo · Empresas: Nota de partida e Matriz da Travessia · Mapa estratégico e lista do que não fazer
Referências do ciclo · Executivos: Nota de partida e inventário de competências · Tese de carreira e critérios de decisão
Fazer a estratégia descer com dono. Na Trilha Empresas, cada prioridade vira meta por área, gerência, supervisão e equipe de campo, negociada com cada nível, e as iniciativas que não servem a uma prioridade são suspensas para dar lugar a projetos âncora com gerente e dono da operação. Na Trilha Executivos, as metas e os prazos para os próximos 12 a 24 meses ganham um plano de idioma e credenciais, a rota de entrada é escolhida e as primeiras abordagens ao network são feitas.
Referências do ciclo · Empresas: Matriz de desdobramento e roteiro do Marco da Travessia · Portfólio priorizado e termos de abertura
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Fazer a rotina sustentar a estratégia e decidir a fronteira. Na Trilha Empresas, os ritos em cascata são instalados, do diálogo de equipe à revisão trimestral, com gestão à vista nas áreas e frentes de campo, e as quatro decisões de prontidão internacional levam a uma escolha registrada: mercado e modelo de entrada, ou não ir agora. Na Trilha Executivos, CV, LinkedIn e cases ficam no padrão do país alvo, a entrevista é simulada com o Paulo e a Mesa Internacional ajusta destino, rota e candidatura.
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Referências do ciclo · Executivos: CV e LinkedIn internacionais e simulação de entrevista · Lista curta de países e empresas e relatório da Mesa Internacional
Fazer a mudança durar e fechar o próximo ano. Na Trilha Empresas, os terceiros entram nos ritos e nas metas, a matriz de riscos e oportunidades é montada e as queixas mais repetidas no Check de Campo recebem resposta. Na Trilha Executivos, a proposta é conferida, os primeiros 90 dias, a família e o retorno são planejados e nasce uma estratégia inicial de patrimônio em moeda forte. Nas duas trilhas, o oitavo encontro, a Sala da Largada, refaz o PONTES, compara antes e depois e fecha o roadmap de 12 meses com marcos e donos.
Referências do ciclo · Empresas: Matriz de riscos e oportunidades e modelo de governança · Reauditoria antes e depois e roadmap anual
Referências do ciclo · Executivos: Plano de chegada e da família e visão inicial de patrimônio · Reauditoria antes e depois e roadmap anual
Um formulário de cinco perguntas, anônimo e respondido em até três minutos, que você leva a pessoas de todos os níveis, da diretoria às equipes de chão de fábrica, campo e obra, inclusive terceiros. A BID2B prepara o link customizado para a sua empresa, acompanha a adesão por nível e controla os dados de forma confidencial. O resultado vira a Matriz da Travessia, que mostra em que passagem a estratégia se perde, e o Check de Campo é repetido antes do oitavo encontro para medir a mudança.
Preparado com o Paulo no terceiro encontro e realizado antes do quarto, o Marco da Travessia é o evento em que você e a sua liderança mostram a todas as camadas, da diretoria aos terceiros e contratadas, onde a estratégia se perdeu, o que a empresa deixará de fazer e o que muda para cada equipe.
Na Trilha Executivos, um dos encontros conta com headhunters internacionais ou executivos com carreira internacional consolidada, escolhidos pela BID2B e pelo Paulo de acordo com o seu perfil e o seu destino.
Dois meses após o oitavo e último encontro, o checkpoint reaplica o PONTES como uma conferência de resultados e confirmação de rota: verifica o que foi executado do roadmap, aponta o que travou e confirma as prioridades. Não é um novo encontro, e sim o momento de comprovar se a estratégia, ou o plano de carreira, continuou atravessando depois do fim do acompanhamento.
As ferramentas, os planos e os materiais citados ao longo desta página são referências que serão utilizadas durante a mentoria de acordo com a necessidade real de cada empresa ou mentorado. O que se acompanha ao longo da jornada é a evolução em cada pilar do PONTES, sempre com evidência:
Poucas prioridades escritas, com a lista do que não fazer e cada uma traduzida para a linha de frente. Para executivos, uma tese de carreira clara.
Metas com indicador e dono em todos os níveis, negociadas com as pessoas responsáveis pelo cumprimento. Para executivos, metas e prazos com idioma e credenciais em andamento.
Portfólio priorizado e projetos âncora com escopo, dono, prazo e data de início. Para executivos, rota de entrada escolhida e network ativado.
Ritos em cascata rodando e gestão à vista nas áreas e frentes de campo. Para executivos, CV, LinkedIn e cases prontos no padrão do destino.
Decisão registrada sobre mercado e modelo de entrada, ou sobre não ir agora, com os riscos do país mapeados. Para executivos, destino e empresas alvo definidos.
Terceiros dentro dos ritos, matriz de riscos montada e revisão trimestral na agenda da diretoria. Para executivos, a chegada e a família planejadas.
Como o seu progresso é medido: sempre iniciamos o próximo encontro com a verificação das ações e análises do anterior, em uma conversa franca e direcionada à análise real dos resultados alcançados e dos que ainda precisamos conquistar ao longo da jornada da mentoria.
Números, planos e decisões compartilhados na mentoria são tratados sob sigilo, e nenhum dado seu é usado como referência, exemplo ou material comercial sem a sua autorização por escrito. As respostas do Check de Campo são anônimas, e ninguém da empresa vê respostas individuais.
O programa foi desenhado para diretores, gerentes, empresários e sócios de empresas cuja estratégia não vira resultado na operação, seja no chão de fábrica, no campo, na obra, na manutenção ou na logística; para empresas que querem operar fora do Brasil; e para executivos em desenvolvimento de carreira que vão viver a primeira experiência profissional fora do país.
Você conta em poucos minutos o seu momento, o seu cenário e o que mais trava a estratégia ou a carreira.
O Paulo entende o seu momento, confirma o perfil e define a trilha: Empresas ou Executivos.
Na Trilha Empresas, a BID2B prepara o link do Check de Campo, que circula por todos os níveis em 7 a 10 dias.
Aplicação do PONTES e definição da nota de partida.
Você não precisa chegar à conversa com o problema bem definido. Localizar onde a estratégia, o plano ou a carreira travam, e por quê, é justamente o primeiro trabalho do programa.
As suas respostas ajudam o Paulo a chegar à conversa já entendendo o seu cenário e a trilha mais adequada.